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Bloco Lisboa

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CASAS A PREÇOS ACESSÍVEIS

Lisboa é hoje uma das cidades mais desiguais do país. Isto é claro para quem procura casa. Por um lado, há construção de condomínios milionários, mas por outro, existem milhares de famílias que são obrigadas a sair da cidade ou a viver em casas degradadas.

Há um facto incontornável: o programa de Fernando Medina falhou na habitação e as únicas casas a preços acessíveis que estão a ser disponibilizadas são as que foram propostas pelo Bloco de Esquerda, num Programa de Renda Acessível 100% público.

É um plano que já provou ser eficaz, onde a Câmara tem de colocar toda a sua prioridade. Só assim conseguiremos garantir 10 mil novas casas a preços acessíveis.

TRANSPORTES PÚBLICOS GRATUITOS

Os Transportes Públicos têm de ter mais regularidade, fiáveis e gratuitos. O Bloco no executivo municipal deu passos essenciais neste sentido. O preço dos passes desceu a pique, foram contratados centenas de motoristas e adquiridos novos autocarros. No entanto, precisamos de fazer mais.

Para que sejam uma alternativa real, os transportes têm de ter mais frequência. É preciso que a sua frota seja nova, com veículos alimentados a energias renováveis e adaptados a quem tem menos mobilidade. É preciso, finalmente, que o seu preço seja competitivo. Para isso, os transportes públicos de ser gratuitos.

Os transportes são gratuitos em várias cidades pelo mundo. No Luxemburgo, é um orgulho nacional. Por isso, o Bloco propõe um plano para tornar os transportes públicos gratuitos, a começar por quem não tem emprego e quem utiliza as carreiras de bairro. É um investimento de 4 milhões de euros por ano, que servirá às pessoas e ao ambiente.

IGUALDADE DE DIREITOS

Queremos uma cidade que seja uma zona livre de discriminação, preconceito e opressões. Uma cidade como Lisboa tem a capacidade de dar o exemplo na conquista de direitos para todo o país. Em 4 anos, a Vereação do Bloco conseguiu vários avanços que reduziram desigualdades: os manuais escolares gratuitos, a descida dos passes de transporte, ou o aumento do investimento no apoio às pessoas em situação sem abrigo. Mas queremos ir mais longe.

Mantendo a resposta à crise pandémica em funcionamento enquanto for necessária, precisamos de enfrentar os problemas que vêm do passado. É agora tempo de retomar a capacidade de intervenção da Câmara para garantir a igualdade de direitos a todos os que escolhem Lisboa como casa. Precisamos de ir para além das palavras no combate ao racismo, à homofobia, a toda a diversidade que existe em Lisboa. Este trabalho passa pela lutas por direitos: à saúde, à educação, à cultura, à liberdade de ser e estar como e onde quisermos.

 

JUSTIÇA CLIMÁTICA

Cerca de metade das emissões de dióxido de carbono do planeta têm origem em áreas urbanas. Para sobrevivermos, teremos de mudar a forma como pensamos e vivemos as cidades. Poucas questões são tão fundamentais para a política climática como esta. 

Precisamos de repensar as opções urbanísticas que obrigam a deslocações pendulares e ao congestionamento do tráfego. Habitar e trabalhar em Lisboa não pode estar apenas ao alcance de alguns. A verdadeira cidade de proximidade tem de ser inclusiva e acessível. Isto significará menos entradas de carros na cidade e a capacidade de ter zonas na cidade sem carros, medida que deve ser acompanhada de aumento de transportes públicos.

Vamos adaptar a cidade às alterações climáticas, apostar na mobilidade, na transição energética e na alimentação justa e sustentável são medidas essenciais para a cidade.

 

PORQUE ME CANDIDATO

Esta é a minha cidade. Aqui cresci, aqui estudei e trabalhei como professora. É nesta cidade que aprendi a lutar por direitos e é por ela que quero lutar agora.

Candidato-me para defender uma cidade que nos é comum, mas que é feita só para alguns.

Candidato-me para enfrentar desigualdades e discriminações e fazer a cidade com todas as pessoas.

Para isso, vamos responder aos seus grandes problemas com propostas concretas, sustentáveis e transformadoras.

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