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Sobre: habitação

Agosto 9, 2017

A luta das 16 famílias que se encontravam sob ordem de despejo, num prédio da Rua dos Lagares, levou ao agora anunciado acordo entre a Câmara e o novo senhorio. “O Bloco vai bater-se para que esta decisão seja regra na atuação do município, em defesa dos moradores e não dos especuladores imobiliários”, disse o candidato à Câmara de Lisboa, Ricardo Robles.

Maio 31, 2017

O Bloco votou contra o “Programa Renda Acessível” apresentado por Fernando Medina e apresenta um programa alternativo para a oferta pública de habitação municipal em Lisboa.

Maio 29, 2017

Nos centros de cidades como Lisboa e Porto as rendas estão cada vez mais incomportáveis. Para quem procura alternativa nos arredores, a oferta já é escassa e os preços também estão cada vez mais altos: desde 2009, a renda média cresceu perto de 200 euros.

Maio 22, 2017

Taxa turística aplicada às dormidas na cidade de Lisboa entre janeiro e março rendeu à Câmara de Lisboa 3,3 milhões de euros, que são entregues ao Fundo de Desenvolvimento Turístico de Lisboa.

Maio 22, 2017

A cada ano Lisboa recebe 15 milhões de euros da taxa turística, valor esse que é entregue por Fernando Medina aos patrões do turismo, quando poderia ser utilizado para melhorar a vida de quem vive em Lisboa. O candidato do Bloco à Câmara Municipal de Lisboa, Ricardo Robles, explica as suas propostas para que esse dinheiro seja usado para melhorar a vida dos lisboetas.

Maio 18, 2017

Ricardo Robles, candidato do Bloco à Câmara de Lisboa, e Catarina Martins visitaram as 16 famílias da Rua dos Lagares, na Mouraria, que estão ameaçadas de despejo. Bloquistas pedem respostas imediatas e frisam que este “é o exemplo do pior que provocou a lei do arrendamento de Assunção Cristas”.

Março 22, 2017

Só em 2016, o aumento nas freguesias da Misericórdia, Santa Maria Maior e São Vicente foi de 19%. Para tal, contribuiu o “robusto crescimento de projetos com usos turístico e de comércio e um crescente pendor de procura internacional". Falta de oferta em Lisboa deslocaliza procura para o Porto.

Maio 4, 2013

Realizou-se na passada 6ªfeira mais uma sessão de esclarecimento sobre a nova lei das rendas. Esta sessão, realizada pelo grupo de habitação, ocorreu em Odivelas. Estiveram presentes cerca de 30 pessoas.

Abril 4, 2013

As livrarias Olisipo e Artes e Letras, ambas no Chiado, correm o risco de fechar definitivamente em Agosto por intimação de despejo do proprietário. Com a aplicação da nova lei das rendas estas livrarias emblemáticas de Lisboa irão certamente encerrar.

Março 25, 2013

Realizou-se no passado domingo, 24 de Março, mais uma sessão de esclarecimento sobre a lei das rendas. A iniciativa reuniu mais de 40 inquilinos da Mina na Amadora. Na sessão foram colocadas várias questões e respondidos casos particulares. Voltou a constatar-se que a maioria das cartas enviadas pelos senhorios exigem aumentos incomportáveis para os inquilinos. Em alguns casos, e considerando os rendimentos, os inquilinos terão de abandonar a sua casa.

Fevereiro 28, 2013

Após uma reunião com representantes dos inquilinos lisbonenses, que teve lugar esta terça feira, a coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, frisou que o Bloco “está desde o primeiro momento a pedir a revogação desta lei, que apenas promove os despejos, não fez nada sobre o mercado de mercado e que retira o direito à habitação”.

Fevereiro 26, 2013

O grupo de habitação realizou mais uma sessão de esclarecimento sobre a lei das rendas. Desta vez, a convite da concelhia da Amadora, realizou-se no passado sábado uma sessão na Junta de Freguesia da Brandoa. Estiveram presentes mais de 120 inquilinos, que colocaram dúvidas e exposeram os seus casos particulares. Os inquilinos continuam a ser notificados pelos senhorios com aumentos incomportáveis.

Fevereiro 20, 2013

Catarina Martins foi recebida por cerca de cento e vinte pessoas na freguesia lisboeta de São João, numa sessão de informação e alerta sobre a nova lei das rendas. A coordenadora do Bloco apelou aos inquilinos a informarem-se primeiro e exercerem os seus direitos contra uma "lei injusta e que deve ser revogada". O Bloco apresentou um projeto de lei para travar a aplicação do regime de Assunção Cristas.

Fevereiro 6, 2013

A Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL) marcou para quinta-feira, em frente ao Ministério da Agricultura, em Lisboa, uma concentração para pedir a revogação da nova lei do arrendamento urbano, foi hoje anunciado.

Numa conferência de imprensa para fazer o balanço da aplicação da lei, em Lisboa, o presidente da AIL, Romão Lavadinho, indicou que na concentração, agendada para as 17:00, no Terreiro do Paço, vão estar a Associação das Coletividades do Concelho de Lisboa, o Grupo de Moradores de Campo de Ourique e a Comissão de Moradores da Colina da Graça.

Outras entidades participantes são a Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas, a Inter-Reformados, o Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos e a União dos Sindicatos de Lisboa – CGTP.

Perante o que consideram uma “enorme e inqualificável falta de respeito por valores e direitos essenciais como a dignidade humana e o direito à habitação, ao trabalho e ao emprego”, os inquilinos defendem uma “revogação urgente desta lei”, que entrou em vigor em novembro.

A associação argumentou que se deve voltar a discutir a atualização das rendas, inclusive com as obras efetuadas pelos inquilinos, como estava previsto no quadro legal anterior, de 2006.

Na sede e nas delegações da AIL, entre 12 de novembro de 2012 e 31 de janeiro de 2013, passaram 8.100 associados para conseguirem apoio no âmbito da nova lei. A AIL tratou das respostas a quase duas mil cartas enviadas pelos senhorios com as propostas de atualização dos contratos e aumentos dos valores de rendas e os juristas efetuaram 556 consultas a associados.

O número de chamadas telefónicas recebidas rondou as cinco mil, correspondendo a 200 horas de conversação, e houve registo de mais de um milhar de mensagens eletrónicas.Tendo em conta a procura, a AIL contratou três novos trabalhadores e conta com mais de mil novos associados.

Romão Lavadinho assegurou que em causa não estão os senhorios, apenas os “oportunistas” e a “lei, a ministra e o Governo”. Resumindo as principais questões levantadas pelos inquilinos, o dirigente lembrou que uma não resposta à carta do senhorio implica aceitar os novos valores e durações do contrato.

A associação lançou o aviso para o arrendamento não habitacional: as instituições com utilidade pública devem apresentar o documento para conseguirem tetos máximos de aumento.